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nossa história

Teatro SESI Rio Vermelho foi criado com a proposta de estimular as produções artísticas locais e incentivar novos talentos. Ao longo da sua existência, o teatro se tornou um polo divulgador de novos talentos e da cultura baiana, com uma atuação marcada por pioneirismo, inovação e apoio aos grupos artísticos locais, contribuindo para o fortalecimento e a consolidação do teatro na Bahia.

 

Localizado no bairro do Rio Vermelho, em Salvador, o teatro está instalado em um casarão antigo construído na 2ª metade do século XIX. Vem, desde 1997, desenvolvendo ações de formação de plateia, projetos socioculturais envolvendo jovens das comunidades vizinhas, concursos, festivais e mostras artísticas dos talentos da indústria, entre outros.

Foi palco de espetáculos consagrados como “Abismo de Rosas”, “Seu Bonfim”, “Sexo é com Walkiria”, “Alzira Power”, “Playback”, “Lábios que Beijei”, “Pierrot Marie e Escorial”, “Quem matou Maria Helena”, “Fernando Pessoa”, “Camerata Popular do Recôncavo”, “Carne em Verbo”, e shows como “Alexandre Leão” e “Aderbal Duarte”.

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1997

No dia 06 de março de 1997, o Teatro SESI Rio Vermelho abriu as portas para a cultura e o desenvolvimento artístico.

 

Seu primeiro espetáculo, "Abismo de Rosas", trazia no elenco Nadja Turenko e Wagner Moura, com direção de Fernando Guerreiro. Abismo de Rosas foi o "pontapé inicial" para que o teatro se transformasse no polo cultural tão representativo para a cidade de Salvador.

 

Neste mesmo ano, a Varanda do SESI abriu as portas para a sonoridade soteropolitana, e, na estreia, o chorinho e a musicalidade de Alexandre Leão marcaram presença.

1999

Em 1999, importantes nomes passaram pelo palco do Teatro SESI, como Wilson Mello e Nilda Spencer, no espetáculo "Lábios que Beijei", dirigido por Paulo Henrique Alcântara.


"Lábios que Beijei" foi definido pelo autor e diretor Alcântara como uma "comédia sentimental". O espetáculo foi premiado no circuito cultural de Salvador com o Prêmio Copene de Teatro, nas categorias melhor autor e melhor espetáculo adulto.

2006

Em 2006, foi lançado o “Projeto Formação de Plateia Industriária”, que tinha como objetivo promover a inclusão cultural do trabalhador da indústria, ampliando e diversificando suas opções de atividades culturais. O Projeto continha um conjunto de ações complementares que ofereciam o acesso ao trabalhador da indústria e sua família para o teatro - garantindo descontos de até 50% e a prática de preços populares, bem como oferecendo um atendimento específico e personalizado.

2008

Em 2008, foi lançado o Passaporte Cultural, projeto vencedor do prêmio TOP SOCIAL deste mesmo ano.

 

O projeto foi criado pelo SESI para incentivar e ampliar o acesso à cultura para industriários e dependentes. Tratava-se de um benefício que as empresas podiam oferecer aos seus colaboradores, para que estes tivessem direito à entrada gratuita e/ou descontos na programação exibida no Teatro SESI Rio Vermelho.

2013

Em setembro de 2013, visando à melhoria e ao melhor aproveitamento do casarão, o Teatro SESI Rio Vermelho iniciou uma reforma estrutural no imóvel.

 

Esse também foi o momento de ampliar sua reforma para o campo conceitual e ideológico do teatro, com intuito de agregar a Formação de Conteúdos Culturais - assinado como SESI Criativo. O SESI Criativo, conceito que permanece até hoje, qualifica e dissemina uma nova proposta de teatro, que versa com as novas mídias e tendências.

2014

Em dezembro de 2014, o Teatro SESI reabriu, após a reforma, com a realização do evento "Que Onda! Movimento Internacional da Cultura da Infância e Juventude", com o objetivo de discutir a cultura da infância e da juventude, com mostras de artes cênicas, mesas redondas, oficinas, intercâmbio de experiências exitosas e educacionais direcionadas a educadores, diretores, jovens e crianças, apresentadas por grupos do Brasil, Espanha e Portugal.

 

2015

Em 2015, aconteceu em Salvador o FLIB - Festival de Flamenco e Cultura Ibérica. O Festival tinha três grandes objetivos: reunir o flamenco e a cultura ibérica no Brasil, incentivar a troca de conhecimento e promover a formação estimulando novas experiências.

 

O evento incluiu workshops, encontros, ações educativas e de experimentação, além de gastronomia e atividades propostas por grupos locais convidados: Grupos Kairós, EDACE, Caballeros de Santiago, As Meigas e os Celtas, Karina Leiro, Eduardo Bertussi, Janah Ferreira e o cantor Diego Zarcón.

 

2016

Em 2016, surgiu o Programa Sala de Som, fruto de uma parceria entre o SESI e o IRDEB, com idealização do Teatro SESI Rio Vermelho.

O Sala de Som é um programa de entrevistas sobre música de cunho educativo. Conduzido pelo músico e compositor Alexandre Leão, o programa recebe músicos baianos de relevância cultural e faz parte da grade da programação da TVE Bahia e da Rádio Educadora FM. 

 

2017

Em 2017 o Teatro SESI Rio Vermelho completou 20 anos de existência!

 

Embaladas pelas cordas de Alexandre Leão, o teclado de Yacóci Simões e a percussão de Joceval Santana, Ana Mameto, Claudia Cunha e Manuela Rodrigues revisitaram o espetáculo Canto das Sereias que, há 20 anos, com as intérpretes Marilda Santana, Guida Moira e Ana Paula Albuquerque, marcou a abertura do Teatro.

 

Com as sereias deslizando pelo palco, ao som do sucesso de Candeia, O Mar Serenou, imortalizado na voz de Clara Nunes, os artistas deram início ao espetáculo que reviveu o vento de Caymmi, a baía cantada por Gil, a malemolência da música de Gerônimo e o feminino de Chico Buarque e Rita Lee para celebrar os 20 anos do espaço cultural.

 

O espetáculo foi só o começo. Além de intervenções visuais em videomapping na fachada do casarão, a Varanda foi tomada por artistas de diversas linguagens, que marcaram a noite com performances, apresentações e pequenos esquetes, tornando a noite tão diversa como é o espaço SESI Rio Vermelho.